Friday, 26 September 2014
Thursday, 25 September 2014
FUNNY JOKES: it's Natural

Three girls walk into a bar; a brunette a red head and a green haired girl. The bar tender asks the brunette how she keeps her hair so brown.
The brunette combs her hands through her hair and says, "It's natural it's natural.
Then the bar tender asks the red head how she keeps her hair so red. She combs her hands through her hair and says, "It's natural, it's natural.Then he asks the green haired girl how she keeps her hair so green. She sneezes into her hands, combs her hands through her hair and says, "Its natural, its natural."
Wednesday, 24 September 2014
Sunday, 21 September 2014
Saturday, 20 September 2014
O Mito do Português em Marrocos (L-Bartqiz)
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| Ponte de Afoullous, Khemisset . foto Mustapha Qadery |
O tema da influência portuguesa em Marrocos ultrapassa em muito os simples testemunhos edificados, como as muralhas e as fortalezas, e mesmo a própria influência da língua portuguesa na Darija marroquina, assumindo aspectos pouco esclarecidos, por vezes mesmo desconcertantes, mas sobretudo pouco estudados.
Existe de facto uma conotação do português com o inexplicável, com diversos mitos que fazem parte do imaginário marroquino, por razões mais ou menos compreensíveis, às quais não serão alheios os factos de se encontrarem enraizados em comunidades rurais, com base em histórias com origem suficientemente remota para darem largas à imaginação popular, mas de memória suficientemente recente para que os mais idosos as transmitam de geração em geração.
Podemos dizer que o mito de L-Bartqiz, com surpreendentes referências a habitantes de grutas nos confins do deserto, de pontes construídas em locais longínquos ou de condessas sedutoras com pés de camelo, é tão fascinante para os marroquinos, como o mito das mouras encantadas, dos piratas ou dos tapetes voadores é para os portugueses.
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| A Ponte Portuguesa de Khenifra sobre o Oued Oum Er-Rbia, num postal antigo |
Uma das referências mais comuns ao mito de L-Bartqiz é a das chamadas “pontes dos portugueses”. Existem várias, sobretudo na região de Fez-Meknés, que foram preservadas por terem perdido a sua utilidade, assumindo-se como autênticos monumentos à nostalgia, situação que ainda alimenta mais o mito que já as envolve.
Mustapha El Qadery, professor e investigador da Universidade Agdal de Rabat, que tem vindo a estudar o tema das pontes dos portugueses, enquanto marca do “Mythe El Bartqiz”, refere que as “pontes portuguesas” ou “pontes dos portugueses” se situam em antigos eixos viários que perderam a sua importância, e que terão sido construídas por cativos da Batalha de Alcácer-Quibir ou “prisioneiros da pirataria”, acrescentando que “nessa época o Rei Saadi Al-Mansour fez muitos prisioneiros europeus e utilizou-os para as grandes obras como pontes, bem como para outras construções de caracter militar, visando facilitar a deslocação do exercito marroquino”.
A teoria de que as pontes foram construídas por cativos portugueses é a mais plausível e não é nova. Convém não esquecer que só na Batalha de Alcácer-Quibir foram aprisionados 16.000 portugueses, existindo várias referências à sua utilização em trabalhos forçados.
Os prisioneiros da chamada “guerra do corso” eram sem dúvida alguma outra grande fonte de fornecimento de mão de obra para as empresas do Reino de Fez, concentrando-se nas duas grandes prisões especializadas em receber cativos cristãos, as Masmorras de Tetuan e a Habs Kara de Meknés.
As Masmorras de Tetuan eram inclusivamente um importante centro dinamizador da própria economia local, como refere Mhammad Benaboud, ao afirmar que “das actividades bélicas e comerciais dos primeiros habitantes de Tetuan do século XVI nasceu um importante mercado de escravos. Neste contexto, as masmorras deram origem a um serviço público necessário que formou parte do sistema económico da cidade.”
Já em relação a Habs Kara, projectada por um arquitecto português cativo de Mulay Ismail, de nome Cara, era de tal modo extensa que podia acolher 50.000 cativos. Nos outros centros do corso marroquino também florescia o negócio dos cativos, como na República do Bouregreg, cujos corsários só entre 1618 e 1624 terão feito 6.000 cativos.
A conotação das pontes com os portugueses poderá assim resultar da utilização de trabalho escravo português, de trabalho especializado, como o do arquitecto Cara, ou apenas serem exemplos de um estilo importado da arquitectura portuguesa, ou seja, serem construídas “à portuguesa”. Esta importação de estilos, ou adopção de tecnologia mais eficaz aconteceu em vários domínios, como por exemplo ao nível das fortificações, como é exemplo o Borj Nord de Fez, fortaleza construída no século XVI por Ahmed El-Mansour de acordo com o modelo português, com recurso a cativos portugueses, quem sabe se projectada por um português.
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Inúmeras “pontes portuguesas” estão referenciadas, como as pontes de Khénifra, Kasbah Tadla e Boulaouane sobre o Oued Oum Er-Rbia, a ponte de Meknés sobre o Oued Boufekarane, destruída em 2002 por uma enxurrada, a ponte de Fez sobre o Oued El-Ahdam, a ponte de Lalla Mimouna sobre o Oued Fouarat, a ponte de Tânger sobre o Oued Halk, a ponte de Mohamedia sobre o Oued El-Maleh, demolida para dar lugar a uma nova ponte, a ponte de Douar Njat sobre o Oued Nja, uma ponte no bairro Seffarine em Fés El-Bali sobre o Oued Fés ou as famosas pontes de Sefrou sobre o Oued Aggai.
Ironicamente, apesar de tantas pontes construídas, os portugueses não construíram uma única para seu uso, já que a ocupação portuguesa da costa de Marrocos se confinava a praças e fortalezas de forma hermética, isoladas, sem ligações regulares com o exterior com base em rotas comerciais, estabelecendo as comunicações entre si por via marítima. Os portugueses não precisavam de pontes porque as suas saídas das praças resumiam-se a “correrias” ou almogaverias, surtidas para destruições e saques, ou tímidas recolhas de lenha.
O próprio relacionamento das praças com o exterior nos períodos de “não-guerra”, fazia-se através dos chamados “mouros de pazes”, com base em acordos de livre circulação e de trocas comerciais, nunca através de uma ocupação efectiva de territórios, nem mesmo durante o breve período em que vigorou o chamado Protectorado da Duquela.
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Um local referenciado por presença portuguesa é a Kasbah de Agourai, situada a Sul de Meknés. Reza a lenda que o sultão Mulay Ismail contava entre as suas 500 mulheres com uma mulher portuguesa que, ao passar pelo local viu uma fonte e chamou-lhe “água do rei”, designação que deu origem ao topónimo Agourai. Nesse local Mulay Ismail mandou construir a Kasbah, a pedido da sua mulher, “para acolher portugueses“.
Agourai ou Água do Rei, o facto é que o local é identificado com a presença de famílias descendentes de cativos portugueses, que se terão estabelecido aí. Na revista “Le Maroc en Mutation” referenciada na bibliografia pode ler-se que “Fundada pelo Sultão Mulay Ismail, a cidadela de Agourai assegurava funções múltiplas: (…) _ lugar de encarceramento de piratas (vários descendentes de portugueses, supostamente, vivem ainda a Agourai com um nome arabizado)”. De entre esses nomes figura o de Ouled Bertkhiz, sendo que Ouled significa “filhos”.
Esta história é relevante no sentido de se fazer uma referência aos muitos prováveis portugueses que se terão convertido e integrado na sociedade marroquina, fossem cativos, fossem desertores, fossem degredados enviados para obter informações.
Agourai não é exemplo único. No Vale do Draa, junto a Zagora, existem ruínas de uma aldeia “de portugueses”, regularmente visitada como tal por grupos de turistas. Seriam os restícios do bando de Guerrando, o famoso Giraldo Sem Pavor quando foi desterrado para a região de Taroudant antes de lhe cortarem a cabeça “para acabar com o seus manejos“?
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Wednesday, 17 September 2014
Uma entrevista de trabalho, simplesmente espectacular!
A LG colocou uma das suas novas TV’s numa sala onde iam ser realizadas algumas entrevistas de emprego. O ecrã está no lugar da janela e mostra uma vista belíssima da cidade. Ninguém percebe que as imagens não são reais.
Quando os candidatos ao trabalho chegam à sala não se apercebem de nada de estranho até que… um meteoro começa a cair do céu. As luzes acompanham com um terramoto ensaiado.
Quem pensava estar numa entrevista de emprego verdadeira, acabou por ser vítima destes excelentes apanhados que servem de publicidade às novas TV’s da LG Ultra HD de 84 polegadas e com 8,3 millhões de pixeis.
Ensino artístico ainda sem aulas por atrasos na contratação de docentes
As escolas de ensino artístico especializado e os conservatórios públicos ainda não iniciaram as aulas, porque só na segunda-feira receberam a autorização para contratar as centenas de professores necessários ainda por colocar, adiantaram sindicatos e diretores.
Lisboa, 16 set (Lusa) – As escolas de ensino artístico especializado e os conservatórios públicos ainda não iniciaram as aulas, porque só na segunda-feira receberam a autorização para contratar as centenas de professores necessários ainda por colocar, adiantaram sindicatos e diretores.
Às escolas secundárias de ensino artístico especializado de Lisboa e Porto (António Arroio e Soares dos Reis, respetivamente) e aos conservatórios de música e dança públicos só na segunda-feira, 15 de setembro, último dia para o arranque do ano letivo, de acordo com o calendário definido pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC), chegou, já perto das 20:00, a autorização para lançar um concurso de contratação para as necessidades desses estabelecimentos.
Isso mesmo foi hoje denunciado pela Federação Nacional de Professores (Fenprof), e confirmado à Lusa pela diretora da Escola de Música do Conservatório de Lisboa, Ana Mafalda Pernão, e tornado público pela direção da António Arroio através de uma informação colocada na sua página na Internet.
O problema que se põe às escolas, neste momento, para além do atraso no início das aulas dos seus alunos, é saber de que forma hão de lançar a concurso os horários em falta, uma vez que o MEC, através da Direção-Geral de Administração Escolar (DGAE), ainda não divulgou as listas do concurso de vinculação extraordinária lançado este ano especificamente para os docentes do ensino artístico.
Chomsky: O fim da história?
A curta, estranha era da civilização humana parece estar a chegar ao fim. O que está a acontecer no Crescente Fértil fornece lições dolorosas sobre as profundezas a que a espécie pode descer.
Não é agradável contemplar os pensamentos que devem estar passar pela mente da coruja de Minerva[i] quando, ao cair do crepúsculo, se entrega à tarefa de interpretar a era da civilização humana que pode agora estar a aproximar-se de um inglório fim.
A era iniciou-se há quase 10.000 anos no Crescente Fértil, estendendo-se desde as terras do Tigre e do Eufrates, através da Fenícia na costa oriental do Mediterrâneo, até ao vale do Nilo e daí para a Grécia e mais além. O que está a acontecer nesta região fornece lições dolorosas sobre as profundezas a que a espécie pode descer.
A terra do Tigre e do Eufrates tem sido palco para horrores indizíveis nos últimos anos. A agressão W. George Bush-Tony Blair de 2003, que muitos iraquianos comparam às invasões mongóis do século 13, foi mais outro golpe letal. Destruiu muito do que sobreviveu às sanções da ONU ao Iraque dirigidas por Bill Clinton, condenadas como "genocidas" pelos ilustres diplomatas Denis Halliday e Hans von Sponeck, que as administraram antes de se demitirem em protesto. Os relatórios devastadores de Halliday e von Sponeck receberam o tratamento usual dado a factos indesejados.
Uma terrível consequência da invasão dos EUA-Inglaterra é retratada num "guia visual para a crise no Iraque e na Síria” do New York Times: a mudança radical de Bagdade, de bairros mistos em 2003 para enclaves sectários de hoje, aprisionada num ódio amargo. Os conflitos inflamados pela invasão espalharam-se mais além e estão agora a rasgar toda a região em pedaços.
Grande parte da área do Tigre-Eufrates está nas mãos do EIIL[ii] e do seu autoproclamado Estado Islâmico, uma caricatura sombria da forma extremista do Islão radical que tem sede na Arábia Saudita. Patrick Cockburn, um correspondente do Médio-Oriente para o The Independent e um dos analistas mais bem informado do ISIS, descreve-o como "uma organização muito horrível, fascista em muitas formas, muito sectária, mata alguém que não acredita no seu tipo rigoroso e particular de Islão".
Cockburn também aponta para a contradição na reação ocidental ao surgimento do EIIL: os esforços para conter o seu avanço no Iraque juntamente com outros para minar o adversário principal do grupo na Síria, o regime brutal de Bashar Assad. Enquanto isso, a maior barreira para a disseminação da praga do EIIL no Líbano é o Hezbollah, um inimigo odiado dos EUA e do seu aliado israelita. E para complicar a situação ainda mais, os Estados Unidos e o Irão agora compartilham uma justificada preocupação com a ascensão do Estado Islâmico, como fazem outros nesta região altamente conflitiva.
O Egito tem mergulhado em alguns dos seus dias mais sombrios sob uma ditadura militar que continua a receber apoio dos EUA. O destino do Egito não estava escrito nas estrelas. Durante séculos, caminhos alternativos foram bastante viáveis e, não raramente, uma pesada mão imperial barrou o caminho.
Depois dos horrores renovados destas poucas semanas últimas, não deveria ser necessário comentar o que emana de Jerusalém, na história remota considerada um centro moral.
Há oitenta anos Martin Heidegger exaltava a Alemanha nazi por fornecer a melhor esperança de salvar a civilização gloriosa dos Gregos dos bárbaros do Oriente e do Ocidente. Hoje, os banqueiros alemães esmagam a Grécia sob um regime económico projetado para lhes manter a riqueza e poder.
O fim provável da era da civilização é prenunciado num novo projeto de relatório do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change), monitor em regra conservador do que está a acontecer com o mundo físico.
O relatório conclui que as crescentes emissões de gases com efeito de estufa são risco de "impactos graves, penetrantes e irreversíveis para pessoas e ecossistemas" nas próximas décadas. O mundo está a aproximar-se da temperatura em que a perda da vasta cobertura de gelo sobre a Gronelândia será imparável. A par do gelo Antártico em fusão, isso pode elevar os níveis do mar e inundar as principais cidades, bem como planícies costeiras.
A era da civilização coincide de perto com a época geológica do Holoceno que começou há mais de 11.000 anos. A época anterior do Pleistoceno durou 2,5 milhões de anos. Os cientistas sugerem agora que uma nova época começou há cerca de 250 anos, o Antropoceno, período em que a atividade humana tem tido um impacto dramático sobre o mundo físico. A velocidade da mudança das épocas geológicas é difícil de ignorar. O Egito tem mergulhado em alguns dos seus dias mais sombrios sob uma ditadura militar que continua a receber o apoio dos EUA. O destino do Egito não estava escrito nas estrelas. Durante séculos, caminhos alternativos têm sido bastante viáveis, e não raro, uma mão pesada imperial tem barrado o caminho.
Um índice do impacto humano é a extinção de espécies, a qual se estima agora estima estar à mesma velocidade de há 65 milhões anos, quando um asteroide atingiu a terra. A causa presumível para o final da era dos dinossauros, que abriu o caminho para que pequenos mamíferos proliferassem e, por fim, seres humanos modernos. Hoje os seres humanos é que são o asteroide, condenando boa parte da vida à extinção.
O relatório do IPCC reafirma que a "maioria" das reservas conhecidas de combustível devem ser deixadas no solo para evitar riscos intoleráveis para as gerações futuras. Enquanto isso, as principais corporações energéticas não fazem qualquer segredo do seu objetivo de explorar essas reservas e descobrir novas.
Um dia antes do seu resumo das conclusões do IPCC, o New York Times informou que enormes stocks de cereais do Médio Oriente estão a apodrecer para que os produtos do boom do petróleo do Dakota do Norte possam ser enviados por via ferroviária para a Ásia e a Europa.
Uma das mais temidas consequências do aquecimento global antropogénico é o degelo das regiões de permafrost[iii]. Um estudo na revista Science adverte que "mesmo temperaturas ligeiramente mais quentes [menos do que as previstas nos próximos anos] poderiam começar a fundir o permafrost, que, por sua vez, corre o risco de desencadear a libertação de vastas quantidades de gases de efeito estufa aprisionadas no gelo," com possíveis "consequências fatais" para o clima global.
Arundhati Roy sugere que a "metáfora mais apropriada para a loucura dos nossos tempos" é o glaciar de Siachen, onde soldados indianos e paquistaneses se mataram uns aos outros no campo de batalha mais alto do mundo. Agora o glaciar derrete-se revelando "milhares de obuses vazios, barris de combustível vazios, picaretas de gelo, botas velhas, tendas e todo o tipo de resíduos que milhares de humanos guerreando-se geram" num conflito sem sentido. E à medida que os glaciares fundem, a Índia e o Paquistão enfrentam um desastre indescritível.
Triste espécie. Pobre coruja.
Laptop Stolen from car using slingshot (gulel) within 2 min!! Lesson to be learned!! A Must Share!!
Guys be careful! Don't leave any valuables on the car's seat even for a minute. This incident happened on one of the busiest road of New Delhi & it took less than 2 Min!! A Must Share!!
As requested by many, here is the full story...
While returning from office on 26th Aug'14 @ around 8:10 PM. I went to a bakery shop (which is nearby my home) along with my colleague to have some snacks and parked my car in-front of a shop which was closed at that time. But most of the other nearby shops were opened & the road (Milan Cinema Road, New Moti Nagar, Delhi), as usual, was busy.
I forgot to place my laptop bag (which contains other valuable items as well like external hard disk, earphones, goggles, voter id, bank passbooks etc. etc.) from the back seat to boot space(dickey) but my friend had (fortunately!) put his bag under the front seat.
After having the snacks @ around 8:30 P.PM., when we returned to the car we found that the left rear window glass was broken & my laptop bag was stolen. We rushed to the police station immediately which was hardly 200 Meters from that place.
At around 9:00 PM., when I visited the incident place again along with the investigation policemen, the nearby people told us about the CCTV cameras installed in that closed shop. We got the CCTV footage from the owner of that shop (thanks to him).
Next morning, a neighbour found my voter id & bank passbook (which were there in that bag) at the roadside near my home!! (Strange & Clever thief)
I filed an FIR against this on the same day & also submitted the CCTV footage, but no progress has
been there till now by the Police!!
5 bebidas para limpar seu fígado naturalmente
O fígado é um dos órgãos mais importantes de nosso corpo já que cumpre funções que são vitais para
a nossa saúde. Este órgão é o encarregado da desintoxicação, da regulação do metabolismo, da purificação do sangue, da síntese de proteínas plasmáticas, absorção e armazenamento de vitaminas, entre outros. Existem muitos fatores e hábitos que põe em risco a saúde deste importante órgão e como consequência afeta nossa saúde a nível geral. É importante estar alerta ante qualquer moléstia hepática, já que pode se converter em algo grave e difícil de ser controlado.
Suco de maçã

A maçã é rica em fibras e contém ácido málico, um composto que ajuda a amolecer os cálculos intra biliares. Tomar o suco de maçã é ideal para limpar o fígado de uma forma natural e com isso prevenir qualquer tipo de infecção que possa te afetar.
Você vai precisar:
- ½ kg de maçãs
- ½ limão
- Açúcar a gosto.
- Água.
O que fazer?
- Lave muito bem o quilo de maçãs e sem retirar a casca, corte em pedaços para por no liquidificador.
- Adicione o suco de meio limão, açúcar a gosto e dois copos de água.
- Bata muito bem todos os ingredientes e beba o suco.
Nota
Durante os dias de limpeza do fígado com suco de maçã, tente evitar o consumo de proteínas, produtos lácteos e frituras. O suco de maçã deve ser tomado durante seis dias, preferivelmente de jejum.
Chá verde
O chá verde é conhecido em âmbito mundial pelas suas propriedades e benefícios que possui para o organismo. Entre todas as suas propriedades, o chá verde está carregado de catequinas, um tipo de antioxidante vegetal que de acordo com diferentes estudos, possuem a capacidade de eliminar o acúmulo de gordura no fígado e promover a função hepática adequada.
O que fazer?
Tome infusões de chá verde, de maneira moderada. O ideal é consumir o chá em jejum, ou antes, de ir dormir. O chá verde em excesso pode apresentar efeitos secundários que afetam outras partes do nosso organismo.
Batida de toranja
Esta batida limpa o fígado, ajuda a desintoxicar o corpo e fortalece o sistema linfático. Ela não apresenta efeitos secundários, por isso pode ser consumida todos os dias sem maiores consequências para a nossa saúde.
Você vai precisar:
- Duas toranjas grandes
- Dois dentes de alho fresco
- Um pedaço de raiz de gengibre fresco
- Quatro limões
- 300 mL de água destilada filtrada
- Uma colher ou tabletes de acidófilus
- Duas colheres de azeite de oliva de primeira pressão a frio
O que fazer?
- Em primeiro lugar você deve extrair o suco dos dois limões e das toranjas.
- Aparte rale o gengibre e triture o alho para extrair seu suco.
- No liquidificador, coloque o resto dos ingredientes e adicione os sucos, o gengibre e o alho.
- Bata muito bem todos os ingredientes e consuma a batida antes de ir dormir.
Suco de mirtilos vermelhos
Os mirtilos vermelhos contêm propriedades depurativas e desintoxicantes ideais para limpar o fígado. Seu alto conteúdo em vitaminas, minerais e antioxidantes essenciais os convertem em um aliado excelente para a boa saúde, já que previnem o organismo de muitas doenças.
Você vai precisar:
- Duas maçãs vermelhas grandes
- Uma pera verde grande
- ½ xícara de mirtilos vermelhos frescos
- Um caule de aipo grande
- Um pepino pequeno
O que fazer?
- Misture todos os ingredientes no liquidificador sem retirar a casca. Bata muito bem e logo depois consuma.
- Você deve tomar o suco durante cinco dias consecutivos.
Suco de cenouras
A cenoura contém vitaminas e minerais, entre eles, a vitamina A, vitamina B, vitamina C, cálcio, fósforo e potássio. Seus compostos são depurativos e previnem o fígado de muitas infecções, já que ajudam a desintoxicar e eliminar aquelas substâncias que o corpo não precisa mais.
Você vai precisar:
- ½ pepino com casca
- Quatro cenouras com casca
- Um ramo de aipo
O que fazer?
- Lave muito bem os ingredientes e corte-os em pedaços pequenos.
- Bata muito bem todos os ingredientes até ter uma mistura homogênea.
- Consuma seu suco de cenoura e repita seu uso durante sete dias.
Sunday, 14 September 2014
Saturday, 6 September 2014
Vamos recordar o episódio n.º 1 de "Paraíso Filmes"
Paraíso Filmes é uma série portuguesa de humor exibida pela RTP entre 2001 e 2002. Criada pelas Produções Fictícias, narra as actividades da Paraíso Filmes (sediada na Trafaria) onde o produtor Belchior Baptista (José Pedro Gomes) e o realizador Túlio Gonzaga (António Feio) tornam realidade novas versões de clássicos do cinema americano, recorrendo à imaginação para contornar a falta de meios. A série conta também com a participação de actores como Marco Horácio, Miguel Melo, Carla Salgueiro, Dinarte Branco, Carlos Curto e Nuno Lopes, entre outros. Foi escrita por Filipe Homem Fonseca, Eduardo Madeira e Nuno Markl.
Cada episodio serve de parodia a um blockbuster popular de Hollywood e na mesma medida satiriza uma certa mentalidade portuguesa de imitar o que é bom "la fora", feito "às três pancadas" para gastar pouco e lucrar muito, que normalmente sai sempre frustrada.
Friday, 5 September 2014
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